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Seminário Oportunidades e vantagens da inclusão da perspectiva de gênero nas políticas e estratégias da superação da pobreza no Brasil

nov 30, 2011   //   por admin   //   Notícias  //  Sem Comentários
A Delegação da União Européia no Brasil e a ONU Mulheres Brasil e Cone Sul realizam no dia 1 de dezembro o seminário Oportunidades e vantagens da inclusão da perspectiva de gênero nas políticas e estratégias da superação da pobreza no Brasil. O seminário tem lugar no auditorio da Ordem dos Advogados do Brasil em Brasília. A mesa de abertura contará com a presença da Ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros entre outros. Informações em http://www.unifem.org.br

Evento na Vila Cruzeiro encerra programação do Mês da Consciência Negra

nov 29, 2011   //   por admin   //   Notícias  //  Sem Comentários
A Superintendência de Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, com o patrocínio da Petrobras, realizou o projeto “Zumbi Vive Aqui”, através do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo Neves – CADON (Ruth Pinheiro), em duas escolas municipais localizadas na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. O evento, que encerrou a programação do Mês da Consciência Negra, contou com a presença das seguintes personalidades: Vanessa Pascale (atriz, apresentadora e produtora executiva), Mariah da Penha (atriz de teatro, televisão e cinema) e Alexandre Henderson (jornalista e apresentador). A empreendedora Sônia Baiana também foi convidada para participar da iniciativa e o Diretor executivo da Incubadora afro brasileira, Giovanni Harvey, mediou o talk show.

O evento foi aberto pelo Superintendente de Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Dias, nascido e criado na Vila Cruzeiro. Dias deu ênfase a questão da educação, ressaltando a importância de um investimento da prefeitura e chamando também atenção para o cumprimento da lei que instituiu a obrigatoriedade do ensino da História do Negro no Brasil e da História da África no sistema educacional brasileiro. As crianças presentes tinham entre 7 e 13 anos e por isso Harvey perguntou aos entrevistados o que eles estavam fazendo com a mesma idade. Todos contaram um pouco das suas histórias ressaltando a questão da superação dos desafios da vida. Segundo Alexandre Handerson, “é através da aquisição de conhecimentos que a auto-estima vai se firmando nessa idade”, por isso é tão importante formar a cabeça desses jovens, dando a eles a consciência de que a história será escrita por eles.

Vanessa Pascale contou sua trajetória como modelo, que teve início quando ela tinha apenas 13 anos, falou das experiências internacionais, do trabalho como atriz e do Programa Livros Animados. Ela buscou estimular que aquelas crianças e jovens investissem nos seus sonhos, sempre acreditando no seu próprio potencial, mesmo quando os outros não acreditam. Segundo ela, toda vez que alguém diz que ela não vai conseguir, ela “põe na cabeça que: agora é que ela vai conseguir”.  Mariah da Penha também incentivou que os alunos sempre lutem por aquilo que acreditam. Ela narrou sua trajetória educacional, focando nas dificuldades e preconceitos que sofreu por ser negra e “gordinha”, contando um pouco de como equilibra sua vida entre cinema, teatro e televisão e abordando a falta de papéis de destaque para atores e atrizes negros e negras.

O evento terminou ao som da música “Kizomba, a festa da raça”, cantada pela Vila Isabel no carnaval  de 1988, ano do  centenário da abolição da escravatura e ainda tiveram também leituras de trechos da obra do poeta Castro Alves. Vale, por fim, ressaltar a importância de eventos como esse, que dão as crianças exemplos de vida e despertam nelas um olhar diferente para o futuro, criam oportunidades e sonhos que antes nem se quer passavam por suas cabeças.

Festival da Mulher Afro Latina Americana e Caribenha

nov 29, 2011   //   por admin   //   Notícias  //  Sem Comentários
O Festival da Mulher Afro Latina Americana e Caribenha aconteceu no Centro de Convenções do Parque da Cidade, em Brasília, entre os dias 23 e 25 de novembro e contou com a participação do diretor executivo da Incubadora Afro Brasileira, Giovanni Harvey, convidado pelo CEERT de São Paulo. O evento, idealizado por Jaqueline Fernandes e realizado pela Griô produções em parceria com a organização “Pretas Candangas”, promoveu diversas mesas de debates.

A mesa “Desigualdades de gênero e raça no mercado de trabalho”, mediada pela ativista da organização “Pretas Candangas”, Daniela Luciana, abriu os debates e contou com a participação da procuradora federal e coordenadora nacional das ações de promoção de igualdade étnico-racial do Ministério Público Federal do trabalho – MPFT, Andrea Lopes, que abordou o trabalho desenvolvido pelo MPFT junto à federação brasileira dos bancos – FEBRABAN, além de parcerias com os Ministérios Públicos Estaduais e ações junto ao setor de supermercados. Também estava presente a líder sindical e diretora do CEERT, Neide Fonseca, que analisou políticas das lutas das mulheres negras nas últimas décadas e propôs metas de diversidade ao invés de cotas. Ainda no mesmo debate, a técnica de planejamentos e pesquisa do IPEA, Tatiana Silva, apresentou um estudo com recorte de gênero e etnia, além de demonstrar que existem distorções no mercado, mesmo quando o nível de escolaridade entre trabalhadores negros e brancos é o mesmo. Para finalizar a mesa, a advogada e Secretária de Políticas de ações afirmativas da Secretária de Políticas de promoção da igualdade racial da Presidência da República, Anhamona de Brito, falou do caráter sistêmico das políticas de ações afirmativas e do papel do Estado na redução das assimetrias étnicas e de gênero.

No dia 24, ocorreram três mesas, a primeira, “Trabalho doméstico”, moderada pela ativista da organização “Pretas Candangas”, Sabrina Faria, contou com a presença da Coordenadora do Programa de Promoção da Igualdade de Gênero e Raça no Mundo do Trabalho da OIT, que abordou o processo de luta pelo reconhecimento institucional dos direitos trabalhistas das trabalhadoras domésticas e a interseção entre a temática de gênero e raça na abordagem desta agenda. Além dela, a presidenta da Associação das Donas de Casa de Goías, Maria das Graças dos Santos, falou um pouco sobre a luta do reconhecimento das “donas de casa”, como agentes produtivas no mercado de trabalho. A Presidenta da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas – FENATRAD, Creuza Maria de Oliveira também participou dessa mesa, apresentando a estratégia da Federação e a articulação entre os vários sindicatos regionais em torno da institucionalização e obrigatoriedade do recolhimento do FGTS das trabalhadoras domésticas. Por fim, a integrante do Colegiado de Gestão do Centro Feminista de Estudos e Assessoria – CFEMEA, ativista e feminista, Natália Mori, abordou as contradições entre os discursos e as práticas da classe média em relação ao respeito aos direitos trabalhistas das trabalhadoras domésticas.

A segunda mesa redonda, com o tema “Linhas de Crédito e Incentivo aos Afronegócios”, mediada pela ativista do Nosso Coletivo Negro, Natália Maria, contou com a participação do Diretor executivo da Incubadora Afro Brasileira, Giovanni Harvey, que apresentou os resultados alcançados pela incubadora, os desafios superados e estimulou os empreendedores presentes a orientar a gestão dos seus negócios tendo como referência uma estratégia de longo prazo. A Incubadora tem como um dos focos de trabalho a promoção do empreendedorismo das mulheres negras. Além dele, a Presidente do Instituto Feira Preta e Empreendedora Social, Adriana Barbosa, apresentou o modelo de governança e gestão da Feira Preta e convidou os presentes a participar da X Edição do Evento que acontecerá no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, nos dias 17 e 18 de dezembro de 2011. Para encerrar o debate, o Diretor de Relações Institucionais do Centro de Integração de Negócios – INTEGRARE, Jeferson da Silva, analisou o papel das grandes corporações na alavancagem dos micro e pequenos negócios e apresentou os resultados financeiros alcançados em função da ação do INTEGRARE.

A terceira e última mesa redonda que aconteceu dia 24 foi sobre ”Previdência Social” e foi mediada pela ativista Uila Gabriela, da instituição “Pretas Candangas”. Esse debate contou com a Gerente de Projetos da Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Deise Benedito, que fez uma análise do quadro de exclusão da população negra no acesso aos direitos previdenciários. Falou também o Coordenador de Projetos do CEERT e advogado, Daniel Teixeira, que fez uma análise histórica da evolução do acesso aos direitos previdenciários pela população negra. Além do Diretor do Departamento do Regime Geral de Previdência Social do Ministério da Previdência Social, Rogério Nagamini, que apresentou dados atualizados sobre o perfil contributivo dos beneficiários do regime geral da previdência social.

O último dia do evento teve duas mesas, a primeira, sobre “Pesquisadora Negras”, mediada por Juliana Nunes, contou com a participação da Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes; a Diretora executiva do CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades, Maria Aparecida Bento; a Pesquisadora da Universidade de Brasília, mestranda em Literatura, Andressa Marques e a Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, Janaína Damasceno. O debate abordou a importância da formação de pesquisadoras negras no Brasil, os desafios e experiências enfrentados por elas dentro das universidades, além da necessidade de pesquisas em áreas de interesse específico para afrodescendentes e da formação de um mercado de trabalho. A segunda mesa que encerrou o ciclo de debates teve como tema “Trabalhadoras do campo”, abordando o cotidiano das mulheres negras que vivem no campo, em sua maioria em comunidades quilombolas, com as dificuldades e os potenciais de trabalho, além da divisão do trabalho entres mulheres e homens a as interfaces com o estado. Participaram dessa mesa a Coordenadora Territorial do Etnodesenvolvimento em Economia solidária, Kátia Penha; a Coordenadora Executiva da Coordenação Nacional de Articulação de Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ, Sandra Maria Andrade e a Coordenadora do Quilombo Mesquita e líder comunitária quilombola, Sandra Braga.

22ª Feira Nacional de Artesanato em Belo Horizonte

nov 28, 2011   //   por admin   //   Oportunidades de Negócio  //  Sem Comentários
A Incubadora Afro brasileira participou da 22ª edição da Feira Nacional de Artesanato no Expominas, em Belo Horizonte, considerada a maior da América Latina. O evento, que reuniu o melhor do artesanato do Brasil e do exterior, esse ano teve como tema “São Francisco: o Rio e o Santo” e mais uma vez proporcionou aos visitantes a possibilidade de fazer compras e ao mesmo tempo conhecer múltiplas culturas. Foram cerca de oito mil expositores que comercializaram em torno de 50 mil itens artesanais e tiveram a oportunidade de expandir seus empreendimentos, já que os visitantes foram desde pessoas comuns até lojistas nacionais e internacionais. Além da exposição dos produtos, a Feira contou também com Shows, apresentações artísticas, oficinas, cursos e seminários.

Dos empreendedores apoiados pela Incubadora, estavam presentes a Carolina Harte, que levou suas bijuterias de prata e madeira reciclada em formato de Orixás e a Mônica Alves, com suas bijuterias de tecidos reciclados. Segundo Mônica Alves, a “A feira é uma grande oportunidade pra gente aprender novidades do mercado de artesanato, conhecer pessoas novas e expandir nossos negócios”. Para Carolina Harte, “divulgar o trabalho é a parte mais importante de todas”, tornar seu nome conhecido, com a divulgação de panfletos e dos próprios produtos é fundamental e por isso a Feira é tão importante.

Além delas, também tiveram seus produtos expostos: Carlos da Silva, com bijuterias e miçangas;  José da Silva, com cordões; Wellington Fernandes, com arcos de flor; Denise da Silva, com bonecas de jornal reciclado; Maria do Socorro Gomes, com blusas customizadas; Lilian de Souza, com chaveiros e macramê; Diane Meliandre, com agendas permanentes; Edna da Silva, com jogos americanos com motivos natalinos; a cooperativa Papel Pinel, com cadernos, blocos e agendas pintados a mão.

Prefeitura inicia restauração do Centro Cultural José Bonifácio e cria o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana

nov 18, 2011   //   por admin   //   Destaque  //  Sem Comentários

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, dia 16 de novembro, a criação do circuito histórico e arqueológico da herança africana, na região do centro da cidade, na zona portuária. A cerimônia que aconteceu no Centro Cultural José Bonifácio e posteriormente no Cais do Valongo, contou com a presença de representantes do movimento negro, como o jornalista e sambista Rubem Confete, que tanto lutaram para que essa memória fosse resguardada.

Por meio do programa Porto Maravilha, o Centro Cultural José Bonifácio, um grande casarão histórico construído no século XIX, será restaurado e integrará um circuito junto com diversos pontos de interesse da cultura e memória afro brasileira. O circuito será composto pelo Cais do Valongo, os Jardins do Valongo, a Pedra do Sal, o Largo do Depósito e o Instituto dos Pretos Novos. O objetivo é que o local se torne referência e possa ser visitado tanto por turistas quanto por alunos das escolas públicas e privadas do Rio.

Para o diretor executivo da Incubadora Afro brasileira, Giovanni Harvey, o Cais do Valongo preenche todos os requisitos para ser reconhecido como patrimônio histórico da humanidade, assim como já são os postos de saída dos navios negreiros em Dakar e Cabo Verde. O Cais, que se transformará em um monumento aberto, pode ser considerado um lugar especial desse circuito, já que foi um dos maiores portos de chegada de escravos do mundo, estimando-se que mais de um milhão de africanos desembarcaram no local. Todos os dias são encontrados, durante as escavações, objetos utilizados pelos escravos, como botões produzidos a partir de ossos bovinos, cachimbos de cerâmica e búzios de atividades religiosa. As obras estão sendo acompanhadas por arqueólogos e pesquisadores, para que haja todo o cuidado necessário.

A população carioca poderá reconhecer, finalmente, a importância do povo africano para a construção da cultura da nossa cidade, com o conhecimento que será adquirido nas visitações. Uma memória que por muitos anos ficou enterrada e consequentemente escondida e esquecida. Embora o passado não possa ser modificado, devemos lutar por um futuro mais justo de real integração e igualdade entre todos e para isso é fundamental que a história dos nossos antepassados seja devidamente lembrada.

Empreendedores no Prêmio Camélia da Liberdade 2011

nov 17, 2011   //   por admin   //   Notícias  //  Sem Comentários

Empreendedores da Incubadora Afro Brasileira compareceram à entrega do Prêmio Camélia da Liberdade 2011 realizado na casa de shows Vivo Rio. Iniciativa do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas – CEAP, o Prêmio Camélia da Liberdade reconhece instituições de ensino, empresas, profissionais da imprensa e personalidades que apoiam a integração do negro na sociedade. Dentre as instituições premiada, estão a Universidade Federal de Sergipe, a Rede Accor de Hotéis e o Programa Senai de Ações Inclusivas – PSAI, que contou com a presença da  gestora Loni Elisete Manica. Com apresentação da atriz e poetisa Elisa Lucinda e do ator Érico Brás, o evento contou com apresentações de Luiz Melodia e Elza Soares.

Empreendedora Luciana Mello e diretor Giovanni Harvey no Canal Futura

nov 17, 2011   //   por admin   //   Oportunidades de Negócio  //  Sem Comentários
A empreendedora Luciana Mello, juntamente com o diretor executivo da Incubadora Afro Brasileira, Giovanni Harvey, participaram do programa Conexão Futura do Canal Futura que abordou o tema “Empreendedorismo”. o programa falou sobre empresas que se desenvolvem com o suporte de uma incubadora e a desigualdade de gênero e raça no mercado empreendedor. Assista o programa em http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ixiNKATU1Ck

Embaixada americana na Incubadora Afro Brasileira

nov 10, 2011   //   por Thiago   //   Notícias  //  Sem Comentários

A Incubadora Afro brasileira recebeu a visita do Oficial político da Embaixada dos EUA em Brasília, um dos relatores de direitos humanos da ONU, Paul Hannah e o Assessor para assuntos políticos e econômicos do Consulado Americano do Rio de Janeiro, Lúcio Gil, com o intuito de conhecer o trabalho realizado. Estavam presentes o Diretor executivo Giovanni Harvey e algumas empreendedoras que estão agora no processo de pré-incubação.

Harvey iniciou o encontro explicando como a incubadora funciona, com o ingresso por meio de edital público de seleção, citando alguns números do processo seletivo e enfatizando que hoje, oficialmente, a incubadora mantém relação com 1032 empreendimentos. Segundo ele, esse relacionamento tem como objetivo “empoderar economicamente essas pessoas“, não sendo a incubadora um fim em si mesmo e sim um elemento catalisador. A Incubadora percebe que existem muitas pessoas querendo ajudar, no entanto, muitas vezes não sabem onde quem precisa está e quem precisa de ajuda, não tem o padrão de qualidade mínimo pra fazer parte de uma cadeia produtiva. Entretanto, esse discurso perde o sentido à medida que a IA reúne mil pessoas que estão dentro desses padrões mínimos, tornando-se referência para quem deseja esse tipo de investimento.

Além de falar da própria incubadora, o Diretor também propôs que fosse colocado em pauta o Cais do Valongo, um porto no qual se estima que tenham desembarcado 700 mil africanos e com o qual a própria incubadora está envolvida na preservação e no resgate desse território, entendido como a pequena África; e também a questão da especulação mobiliária da região portuária, que vem retirando vários moradores tradicionais da área.

Hannah se mostrou interessado em saber especificamente sobre cada uma das empreendedoras presentes, que se apresentaram, exibindo pequenas mostras de seus trabalhos e contando um pouco de suas histórias. Coincidentemente, só havia mulheres e o trabalho de Hannah tem como foco os direitos femininos, com isso, puderam direcionar a conversa também para a questão do aumento da auto-estima delas, com a possibilidade de contribuir e até mesmo sustentar a economia familiar com seu próprio empreendimento.

O encontro foi rápido, mas extremamente produtivo para ambos os lados, a Incubadora, junto às empreendedoras que tiveram, mais uma vez,  a oportunidade de exibir seus trabalhos, replicando o conhecimento do que é realizado por elas,  enquanto Hannah e Gil puderam agregar as experiências, tantos institucionais quanto pessoais,  relatadas no encontro.

Incubadora Afro Brasileira recebe alunos de Atlanta

nov 10, 2011   //   por Thiago   //   Notícias  //  Sem Comentários

A cidade do Rio de Janeiro recebeu entre os dias 02 e 06 de Junho de 2011, 22 jovens estudantes norte americanos do Ensino Médio, com idade entre 14 e 17 anos, vindos de Fulton County, região localizada na cidade de Atlanta, capital da Geórgia – EUA. Estes alunos foram selecionados pelo Global Youth Leadership Program, idealizado pelo Fulton County Commission Chairman John Eaves.

O programa objetiva inserir jovens futuros líderes na construção de uma visão global que possibilite a busca de soluções para desafios sociais através da conexão e o intercâmbio com o mundo exterior. Estes jovens atuam como embaixadores de Fulton County, obtendo relativa autonomia em questões como, por exemplo, a escolha do país a ser visitado.

Antes de viajarem, fazem por 8 semanas um curso de Relações Internacionais, com conteúdos baseados em critérios desenvolvidos pela ONU. Criado em 2008, o programa já levou jovens para a África do Sul, Alemanha e Turquia.

No Rio de Janeiro visitaram o Museu Histórico Nacional, a Federação de Blocos Afro – FEBARJ, onde participaram de uma oficina de dança africana, a Cidade do Samba, a Escola Municipal Orcina de Fonseca, o Cais do Valongo, a Igreja Nossa Senhora de Candelária, Instituto Paulo e Estevão, passearam pela orla do Rio de Janeiro e conheceram o trabalho da Incubadora Afro.

Estes alunos foram recepcionados pela Coordenadoria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio de Janeiro – Ceppir/RJ, órgão da Prefeitura do Rio de Janeiro, e a Incubadora Afro foi parceira neste processo. Após os quatro dias de visita na capital do Rio de Janeiro, viajaram rumo a Salvador, capital do Estado da Bahia, onde ficaram por mais quatro dias e voltaram para os EUA.”

Incubadora Afro Brasileira e o Dia da Mulher Negra na América Latina e Caribe

nov 10, 2011   //   por Thiago   //   Notícias  //  Sem Comentários

A Incubadora Afro Brasileira participou do evento para celebrar o Dia da Mulher Negra na América Latina e no Caribe.
O evento comemorou no dia 25 de julho, o Dia da Mulher Negra na América Latina e Caribe com debates, exposições, feiras, desfiles de moda, comida típica, teatro, concertos e espectáculos de dança. Os principais temas abordados foram: diversidade étnica, gênero, saúde e empreendedorismo. A Incubadora Afro Brasileira se fez presente na mesa  “Mulheres Negras, seus desafios , origens e perspectivas “, com a participação da Gerente de Relações Institucionais da incubadora, Marcia Ferreira.

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