Estudantes da Universidade de Bentley fazem estágio na Incubadora Afro Brasileira

nov 9, 2011   //   por deustaquio   //   Destaque  //  Sem Comentários

A Incubadora Afro Brasileira tem chamado a atenção de muitos pesquisadores, universidades e outras instituições nacionais e estrangeiras. Com a experiência em incubação de empresas e o pioneirismo no desenvolvimento de tecnologias sociais, a Bentley University, em Boston, Estados Unidos, é uma das instituições que já enviou grupos de estudantes para visitar e participar das atividades da Incubadora Afro Brasileira.

Em julho de 2010 Mike Nowiszewski, Trang Lam, Trang Nyugen and Dan O’ Connel, alunos do Curso de Negócios Internacionais, passaram um mês em estágio no Rio de Janeiro visitando empreendedores apoiados pela incubadora e contribuindo para a melhoria de seus negócios. O estágio contou créditos acadêmicos para os alunos. Um segundo grupo de cinco alunos de MBA, Rita Assaf, Anna Derby, Jeff Roberts, Sam Mayville e Nick Darsh chegou em dezembro de 2010 e participou de uma série de atividades tais como a doação de consultoria e prestação de assistência remota para os empresários.

Tudo começou quando o Professor Nader Asgary viu a possibilidade de estender a experiência acadêmica de estudantes sobre o curso com o contato direto com os empresários num país em desenvolvimento apoiados por uma instituição de alta credibilidade na área. “Eles vieram com uma visão de bem-estar no trabalho da incubadora e encontrou uma ação emancipatória que vê o empreendedor como uma parte importante da produção de riqueza do país, mesmo que seja na economia informal”, disse o CEO, Giovanni Harvey.

Durante o estágio, os alunos completaram uma agenda que incluiu visitas a algumas empresas, consultorias, reuniões, participação institucional e apresentação de sugestões e dicas no final do processo. “O estágio foi muito diferente do que costumamos fazer nos Estados Unidos. Foi uma experiência prática e fomos tratados como funcionários do projeto “, lembrou o estudante Trang Nyugen.

Na prática, a permanência no Brasil levou os alunos à percepção da realidade que eles haviam entrado em contato apenas através de livros. “Foi uma experiência fantástica. Nós estávamos na vanguarda da aplicação de teorias e metodologias que aprendemos na escola “, disse o estudante Michael Nowiszewski.

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